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DESMISTIFICANDO A OGRANIZAÇÃO FINANCEIRA COM A PLANILHA DO SR. DINHEIRO

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Nem sempre podemos traduzir o nosso desempenho em números, mas a tendência é avaliarmos a nossa condição de vida através dos resultados financeiros.

Você tem noção dos seus resultados mensais?

A maioria das pessoas acha que ‘Economia’ é algo complexo ou tem resistência a lidar com os números e por isso fica adiando os benefícios de estar em dia com as contas.

A melhor solução para esta questão é DESMISTIFICAR a organização financeira e lidar diretamente com os números – colocá-los em um papel e ter a visão de conjunto sobre as receitas e despesas (fontes e aplicações).

Para ajudar neste sentido, disponibilizamos abaixo o link para o download da planiha financeira indicada pelo Prof. Luis Carlos Exald, o Sr. Dinheiro do Fantástico.

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A PLANILHA DO SR. DINHEIRO

Fonte: Site Fantástico (http://fantastico.globo.com/)

Créditos: Reprodução do livro do Professor Luís Carlos Ewald: “Sobrou Dinheiro! – Lições de Economia Doméstica”

CONTABILIZANDO AS FATIAS DO BOLO – Parte 2: Registrando as atividades diárias

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mais um passo… Vamos especificar um pouco mais o procedimento para botarmos em dia a nossa organização financeira. Neste post vamos falar de registro sistemático e controle.

Em gerenciamento de projetos costumamos dizer que só podemos administrar aquilo que é registrado. Por isso a inteligência organizacional exige a capacidade de criar métodos, rotinas e instrumentos de registro dos seus dados pessoais para posterior análise e controle.

Tudo fica mais fácil depois que você tem a definição de que parte do seu salário pode ser gasta com seus incontroláveis desejos de consumidor.

Uma técnica muito simples para manter o controle sobre o desejo impulsivo de comprar é ter na carteira apenas o que você pode gastar por 1 semana. Lembre-se que seus recursos devem ser administrados, protanto, se na segunda-feira você resolver se dar todo o tipo de gratificação, presentes e recompensas, saiba que o resto da semana será de vacas magras.

Aprenda a dosar a sua cota de consumo diário.

Outra postura otimizadora da organização financeira é guardar na carteira todas as notas ficais das compras. Estas serão utilizadas para fazer o balanço do caixa. As compras de com combustível, transporte público e outras que não recebemos a famosa “notinha” não podem ser esquecidas – anote tudo para passar para a sua planilha contábil.

No final do mês, espera-se ter todas as contas recebidas pelo correio (luz, condomínio, cursos, etc.) mais as ‘notinhas’ e registros de todas as compras feitas no período. Agora é só passar estes valores para a sua planilha de contabilidade (assunto do próximo post) com as categorias de receitas e despesas. Experimente a sensação de estabilidade e confiança ao visualizar todos os seus dados contábeis organizados.

Disciplina é a chave para o sucesso! ;)

CONTABILIZANDO AS FATIAS DO BOLO – Organização Financeira

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Vamos lá pessoal. Teoria não é nada sem prática, por isso, para equilibrar um pouco o teor filosófico deste blog, eis este post ao modo de receita de bolo pra você começar a sua organização financeira HOJE MESMO!

Primeiro entenda o conceito de receitas e despesas (ou fontes e aplicações) no post anterior: Equilíbrio Financeiro.

Agora começe a identificar quais são as suas fontes de renda e despesas fixas. Vejamos em um caso simples como as coisas acontecem na prática:

EXEMPLO

  • Você tem uma atividade remunerada (emprego) e recebe todo dia 05 do mês um salário de R$ 2.000,00;
  • Somando todos os seus custos fixos já identificados (aluguel, taxa de condomínio, conta de luz, plano de saúde, curso de inglês, provedor de internet, etc) temos uma despesa fixa mensal de R$ 1.200,00;
  • Depois dos custos fixos (inevitáveis) a prioridade é o suprimento alimentar, ou seja, as compras de supermercado. Começando a sua lista de compras pela cesta básica e atendo-se a uma alimentação responsável e balanceada é possível gastar R$ 300,00 em uma compra mensal.
  • Não esqueça de gerar uma poupança – investimento ou fundo de reserva – para emergências. Isto é fundamental para a segurança e estabilidade emocional de qualquer pessoa. Normalmente, este fundo é criado com o depósito de 5% a 10% da sua renda mensal. Se você optar por depositar 5%, neste exemplo, teremos a aplicação de R$ 100,00.
  • Resultado: Com isso temos a disponibilidade líquida de R$ 400,00 para os gastos com transporte, roupas e acessórios, atividades físicas, bens e aquisições, lazer e projetos pessoais. Esta cota é a sua margem de operação mensal e deve ser controlada sistematicamente.

Técnica: Tendo resolvido todas as suas obrigações (custos fixos e necessidades básicas) pense com responsabilidade apenas na cota líquida disponível para a compra de supérfluos. Guarde todos os cupons fiscais e anote os gastos feitos com laches e outros despendios informais que muitas vezes não são contabilizados no final do mês – estes são os responsáveis por fazer o $ sumir da sua carteira!

Lembrete: Analise a importância das suas compras a prazo e lembre-se de incluir o parcelamento nos próximos meses como
“custos fixos secundários”.

Organize-se para atualizar a sua planilha de contabilidade mensal até o dia 05 do mês com as atividades do mês anterior.

Avalie a importância e a categoria dos seus gastos. Um custo fixo de R$ 50,00 com provedor de internet infere em um gasto anual de R$ 600,00. Para alguém que recebe 1 salário mínimo, significa a necessidade de trabalhar 1 mês inteiro apenas para prover deste serviço no ano.

Faça algumas contas simples e chegue às suas próprias conclusões.

EQUILÍBRIO FINANCEIRO

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Todos nós somos consumidores! Ou seja, agimos como processadores de recursos financeiros. Para “funcionarmos”, precisamos de uma fonte da qual retiramos os recursos que administramos para suprir as nossas necessidades.

Por isso, na base da organização financeira pessoal, assim como na contabilidade, estão as Fontes e as Aplicações.

FONTES – APLICAÇÕES

  • As Fontes são as atividades remuneradas, das quais pode-se obter proventos.
  • As aplicações são onde alocamos os nossos recursos financeiros.

NECESSIDADES

Todos nós temos necessidades que vão desde as mais simples como comer, vestir e ter segurança, à outras mais sofisticadas como auto-realização, senso de pertencimento e auto-estima. etc.

Considerando que não somos auto-suficientes e temos que recorrer às diversas soluções do mercado para suprirmos as nossas necessidades e desejos (classifico como ‘desejo’ tudo aquilo que não é escencial à nossa sobrevivência, mas atribuímos determinado valor em função da cultura e status social), tudo tem um custo. Por isso, precisamos de recursos financeiros para fazer a troca de moeda (fruto do nosso trabalho) por produtos e serviços.

Com isso temos os custos básicos ou custos fixos: aluguel, taxa de condomínio, energia elétrica, transporte, telefone, etc e os custos variáveis: lazer, acessórios, serviços em geral e cursos, por exemplo.

Pergunta: Você é capaz de discernir o valor das suas necessidades? Em um exercício breve, quanto seria necessário por mês para você viver com o mínimo de conforto?

EQUILÍBRIO

O primeiro passo para a organização financeira é conhecer e respeitar o seu poder de compra: ter o bom senso de não gastar mais do que se ganha. Reavalie suas necessidades e controle o parcelamento das compras. Faça, ao início de cada mês, a previsão de contas a pagar e qual será a alocação de cada parte da sua remuneração.

IDEAIS E INVESTIMENTO A LONGO PRAZO

Pense bem, você trabalha 8 horas (ou mais) por dia. Isto corresponde a 1/3 do seu dia, o que, descontando os finais de semana, feriados e férias, é quase 1/3 da sua VIDA!

Tempo é um recurso valioso. Faça valer a pena o tempo que você gasta desempenhando a sua função remunerada. Lembre-se que você trabalha para obter recursos que serão trocados por bens ou serviços.

Pergunta: Ao final do mês, fazendo uma planilha de gastos, que percentual da sua remuneração está sendo alocada para as suas necessidades básicas e supérfluas? E mais… que percentual está sendo alocado para o seu fundo de reserva, poupança ou fundo de investimento?